É necessário e, além disso, urgente, despertar para uma nova educação.

Isso não significa que pretendemos mudar a normativa estruturante da educação em nosso país, mas conectar esse novo ser humano desperto com a educação além da que, atualmente, é formalmente estruturada. Hoje, inclusive, já temos um sistema educacional que valoriza as questões socioemocionais, o que é um avanço se comparado a um passado recente.

Do mesmo modo, cultuamos, não só neste ponto, mas em todas as nossa demais áreas de atuação, a cultura da paz, definida como o conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida e no fim de qualquer manifestação de violência, por meio da educação, do diálogo e da cooperação.

Nosso estilo de vida contemporâneo costuma cultuar a competitividade como algo naturalizado e, quiçá, valorizado para a conquista de um lugar ao sol e, especialmente, no mercado de trabalho. A cultura da paz, no entanto, cultua justamente o contrário: a cooperação. Mesmo porque, ao estudarmos a formação e evolução das espécies, desde as unicelulares, desconstruímos a falsa ideia de que foi a competitividade, via a luta dos fortes contra os fracos, que impulsionou as espécies em suas evoluções. Mas sim, foram os movimentos de cooperação que as fizeram desenvolver e mutuamente se proteger dos intemperes de suas jornadas evolutivas.

Assim, nossas iniciativas nesses sentidos são:

  • Projetos de inclusão e permanência escolar, nos níveis fundamental, médio, superior e pós-graduação.
  • Projetos voltados ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais, à promoção da descoberta e incentivo de talentos e capacidades.
  • Cursos, formações e treinamentos, com visão do cuidado integral a partir das abordagens sistêmicas, da Psicologia Transpessoal, da Psicologia Junguiana, da Alquimia e do Eneagrama, da medicina integrativa, da Ayurveda, relacionados a temas referentes aos 9 segmentos/raios, voltados à população em geral.
  • Cursos e projetos socioeducacionais, relacionados a temas referentes aos 9 segmentos/raios, voltados para:

    • crianças, adolescentes e mulheres (e demais gêneros que se identificam com o feminino) vítimas de qualquer violência;
    • homens (e demais gêneros que se identificam com o masculino) envolvidos em situações de abusos e violências a crianças, adolescentes e mulheres (e demais gêneros que se identificam com o feminino);
    • população em situação carcerária e egressos do sistema carcerário;
    • adictos;
    • a promoção da longevidade com dignidade e propósito;
    • idosos;
    • a promoção do autoconhecimento e o autodesenvolvimento pessoal, socioemocional, profissional e transpessoal.

  • Cursos de pós-graduação em “Eneagrama e Psicologia” e “Psicologia e Alquimia”.

Os Nove Despertares

É preciso deixar claro que os nove despertares não são pontos isolados em si mesmos. Todos eles possuem conexões e inter-relações de modo que, por exemplo, quando atuamos no despertar de uma nova educação e cultura da paz, estaremos também promovendo uma nova consciência. E assim acontece com cada um e com todas as nossas nove áreas de atuação.